Passeios com o J. por Lisboa.
Casa do Alentejo, Grémio Lisbonense, Eduardino, tascas, tasquinhas, tascosas até o álcool aliviar a gravidade.
Dizer-nos o que nos aflige. A amizade como partilha de pequenas misérias. A penumbra que reina pelas ruas de Lisboa. Sonhos que nunca foram nem serão, divagações de filhos de um deus menor. Orfãos da própria tragédia. Vidas consumidas em narrativas de ausência. O destino desvanece. Queremos saber para onde seguir. Mas não sabemos. E à nossa volta ninguém chama.
Vazios múltiplos. Ele a consumir-se com um amor que já acabou. Eu a perguntar-me o que fazer com isto que desadormeci cá dentro.
Incapazes de encontrar os dias úteis. Mas ainda não vencidos.
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