sábado, 1 de dezembro de 2007

Conheço-me mas nunca o suficiente. Em algum momento deixei de ter absoluto controlo sobre o que alcançava. Abriu-se um mundo de possibilidades infinitas impossível de cobrir. Há coisas que nunca vou fazer e pensar.

Mas continuo a ter um campo de experimentação muito vasto, aqui e agora. E isso amedronta-me. Penso que não sou capaz. Não consigo a confiança no destino. Estou pemanentemente entorpecido.

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