e se, como hipótese de trabalho, ensaiasse cortar com uma tradição de acidez, azedume, preocupações, crises político-emocionais, razões sem fundo para não ver o que de bom vai acontecendo e pode tornar-se? que tal menos concentração nos achaques e mais vontade de oferecer pedaços de mim a alguém, alguns, algumas?
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