quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
uma conversa de circunstância ao almoço mergulhou-me outra vez numa génova imaginária durante o sono. uma praia que nunca existiu, uma ponte que nunca lá esteve, o meu irmão que nunca lá foi e um sorriso nos lábios e vontade de descoberta que parecem já não morar aqui. gostava de poder lá voltar todas as noites.
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