quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Hoje ia pela rua da Rosa abaixo, ou já era a rua da Atalaia?, a pensar como tenho pouco controlo sobre a coisa a que chamo minha vida mas a que poderia chamar a minha existência. Lisboa, final de tarde, a passear sozinho e tenho um momento assim, de perfeita serenidade, como uma revelação de algo evidente e simples. Gostava de saber explicar isto mas não sei. Talvez o estar a ser levado numa corrente de um rio enquanto as margens deslizam e o céu lá em cima imóvel. Lento, muito lento. Há uns tempos isto seria dramático. Hoje não. Simplesmente foi.
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