é quase uma despedida. passa agora o minuto que me atira para o dia em que deixo a interpretação. uma coisa que nunca devia ter acontecido. mas aconteceu. amanhã fico livre para continuar a procura. voltar a respirar. sem pensar a cada minuto se o que digo é o que os outros querem ouvir ou se já me atirei para o abismo. uma manhã de stress e incerteza e luta contra mim próprio. mas amanhã acaba. acabou. vou chumbar e só me apetece gargalhar disto tudo (chumbar não, reprovar). cambada de lunáticos. iam conseguindo mas eu fui mais esperto...ah, ah, ah, ah. não me voltam a apanhar. fiquem com os vossos discursos, com as vossas críticas construtivas, eu fico com a minha incompetência mas fico feliz. sabe bem saborear a liberdade por antecipação. embora, como qualquer liberdade, o sabor se esgote depressa.
uma coisa é certa: ninguém me tira a água salgada depois do almoço com o olhar fixo no futuro. cambada de lunáticos...chiça!
e conseguir ser mais forte e mais alegre e gostar mais de mim. a partir de agora não há desculpas. (respira fundo e nasce outra vez).
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