as coisas correm bem. o futuro é risonho. de alguma forma não consigo encarar isso como algo tangível. sofro se sofro. se não sofro, não estou feliz. tenho pela primeira vez condições para agarrá-la pelos cornos. ou melhor, já agarrei. agora há que estar à altura da situação e tentar ser feliz. sem dúvida o mais difícil de tudo.
o princípio começa em abandonar o miserabilismo de quem acha que pode salvar o mundo e os outros de si próprios. eu não sou responsável pelo afastamento dos outros, pelo mal estar que me provocam, pelas reacções intempestivas que me maltratam. não tenho que tolerar a autocomiseração que os outros provocam em mim. olhar mais para o umbigo sem perder a largura de vistas.
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