visto de outro ponto: eu não consigo, pelo menos para já, assumir a mesma posição de força, confiança e proposta que podia assumir se tivesse uma justificação simbólica para. eu sou licenciado em história, com uma catrefada de línguas às costas. mas não sou engenheiro, não sou um gajo dos números. não sou um gajo das condutas, das estruturas, dos laboratórios. até posso ser o único gajo na sala que sabe quem foi o zurara e o damião de góis. ou que pode descrever a cronologia do prec de cor em 5 minutos. e depois? como se não chegasse o resto, o símbolo também joga a favor deles.
vivo rodeado de gajos bonitos. estão lá. quero que estejam lá. sou eu que os ponho lá. gosto deles e gosto que lá estejam com esse significado. sim, gosto.

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