já quase não consigo lembrar-me de mim sem o carregar cá dentro, numa víscera indeterminada entre o coração e o estômago. insisto em acreditar que um dia consiguirei extirpá-la. mas em plano inclinado para a descrença. suspiro e volto a aconchegar-me no seu regaço. é o que me permite o não conseguir vencê-lo.
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