e sinto falta dos outros também. da m., da possibilidade de sentir-me vivo através da existência dela, como miragem, como corpo luz voz.
sinto uma falta atroz do tempo em que estar com os outros sem agenda era mais importante que ter uma agenda para estar com os outros.
da liberdade conquistada e dos desafios por vencer, com a certeza de ter toda a vida pela frente para sequer permitir-me olhar para trás.
queria encontrar um lugar cheio de silêncio para estarmos novamente a sós, para sentirmos o vento a lamber-nos a cara à sombra do verde iluminado.
só silêncio para nos contarmos tudo com o olhar.
tenho saudades de mim.

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