segunda-feira, 21 de julho de 2008

e esta nostalgia impossível de algo que já não recordo?
uma rotina sem telemóveis, sem telefones, sem televisão, sem computadores, sem internet, sem máquinas fotográficas, sem as interconexões possíveis e imaginárias de todos os apêndices electrónicos. a nostalgia da simplicidade, da importância dos encontros e desencontros. mas não me lembro.

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